Reforma Tributária
na Prática

O que você precisa saber para preparar seu ERP e garantir a conformidade

Entenda os impactos no seu ERP
Reforma Tributária na Prática

O impacto da Reforma na sua empresa

Afeta diretamente a rotina operacional, os relatórios contábeis, os contratos e a estratégia de precificação. Consequências práticas:

Consequências práticas:

  • Reavaliação da margem de lucro
  • Redesenho de contratos
  • Alteração no planejamento tributário
  • Adaptação dos sistemas de ERP
  • Necessidade de treinamentos das equipes

Riscos de não se preparar

01

Não conformidade fiscal

02

Apuração incorreta de tríbutos

03

Perda de créditos tributários

04

Penalidades de multas

O ERP é o centro da gestão contábil e fiscal das empresas

Com a Reforma Tributária, ele precisa ser atualizado para:

Calcular corretamente os novos tributos

Atualizar regras de determinação de impostos

Reestruturar o plano de contas e cadastros

Gerar relatórios conforme novas exigências legais

Logo SAP Business One

permite essa adequação de forma eficiente e segura.

A G2 oferece uma solução modular e escalável para garantir a conformidade e preparar sua empresa para o futuro.

Imagens de Pedro nos treinos de kart

06 benefícios de se preparar agora

Diagnóstico gratuito com alta precisão

Adequação fiscal sem custo inicial

Treinamento prático das equipes

Acompanhamento por especialistas

A Reforma Tributária é uma realidade e exige ação imediata.

Com a G2, sua empresa conta com suporte especializado e tecnologia para atravessar esse período com segurança.

Entenda o que muda na prática com a Reforma Tributária

Webinar

O impacto não está na teoria, mas na operação. Veja como o novo modelo fiscal afeta faturamento, fiscal e fechamento dentro do ERP.

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Confira o E-Book de Reforma

Entenda o que muda na prática com a reforma tributária para quem usa o SAP Business One

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A Reforma não começa como um problema técnico, ela aparece primeiro na operação, especialmente no momento do faturamento. É nesse ponto que inconsistências fiscais, falhas de cálculo ou falta de integração entre áreas começam a travar processos que hoje funcionam. O ERP deixa de ser apenas um sistema de registro e passa a ser o elemento que garante continuidade operacional. Quando ele não está preparado para essa nova lógica, o impacto não é apenas fiscal, mas direto na capacidade da empresa de faturar, fechar e operar com previsibilidade.
O impacto não se limita ao módulo fiscal. Faturamento, financeiro, compras e até estoque passam a ser diretamente afetados, já que a lógica tributária deixa de ser isolada e passa a influenciar toda a cadeia operacional. Isso exige um ERP verdadeiramente integrado. Quando os processos não estão conectados, o risco não é só fiscal, é operacional, com retrabalho, inconsistência de dados e perda de controle sobre margens e resultados.
A nota fiscal passa a tener novos campos e regras relacionados à CBS, IBS e outros componentes da reforma, o que exige adequação técnica e revisão dos processos de emissão. Não se trata apenas de layout, mas da consistência das informações que alimentam essa nota. Se o ERP não estiver preparado para gerar esses dados corretamente, o problema não aparece apenas na emissão, mas se propaga para apuração, compliance e relacionamento com o Fisco, aumentando significativamente o risco de inconsistências.
Durante o período de transição, as empresas terão que operar com dois modelos tributários simultaneamente. Isso aumenta a complexidade e exige controle rigoroso sobre regras, cálculos e validações dentro do ERP. A conformidade passa a depender diretamente da qualidade dos dados e da integração entre áreas. Sem isso, o risco não é apenas de erro fiscal, mas de perda de controle sobre a operação como um todo, especialmente em empresas com alto volume transacional.
O impacto não será imediato, mas tende a surgir nos momentos mais sensíveis da operação, como faturamento, apuração de impostos e fechamento financeiro. Nesses pontos, qualquer inconsistência pode exigir intervenção manual, aumentando o risco e a dependência técnica. Mais do que um problema fiscal, a falta de preparação compromete a capacidade de operar com previsibilidade. Empresas que não se anteciparem tendem a reagir sob pressão, enquanto aquelas que estruturam o ERP com antecedência conseguem transformar a mudança em vantagem competitiva.